Boas práticas no uso da IA

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Adotar inteligência artificial no ambiente corporativo existe bem mais do que conhecer as ferramentas. Esse é o primeiro passo que todos saibam utilizar a EA generativa, conheçam os limites, conheçam as possibilidades e as limitações. Agora, depois que a gente adquirir esse conhecimento, a gente precisa garantir transparência, responsabilidade e controle. Eu gosto de dividir essa governança em 4 etapas. Primeiro, quem pode utilizar quais algoritmos? Segundo, quais informações e dados podem ser utilizadas durante esse processo? Terceiro, como revisar e garantir a qualidade do que está sendo gerado pela inteligência artificial? E quarto, como tem um histórico confiável e auditável de tudo o que foi trafegado entre os usuários e a inteligência artificial generativa. Agora, depois de um projeto todo feito dentro da empresa para analisar isso, EE sair com políticas e documentos e processos, no mundo ideal, a gente vai conseguir um ambiente onde? Os profissionais consigam utilizar de forma bastante livre a inteligência artificial generativa para extrair o poder todo dela ali, né? Esses são algoritmos muito capazes que podem ajudar em tarefas de todo o tipo, desde lidar com e-mail até planilhas até documentos. Então pode ter todo tipo de dado trafegando ali e é importante que nossas políticas, a medida do possível, dentro do que a gente julgar que é seguro, tenham uma abrangência bastante grande para permitir e viabilizar a maior variedade. De usos possível. Com isso, a gente consegue garantir também que os colaboradores de fato utilizem as opções disponibilizadas pela empresa e diminuir o risco de ter utilizações dessas ocorrendo por fora, em cenários que não são permitidos.