O que é Inteligência Artificial
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Inteligência artificial é um termo que a gente vê muito, né? Mais do que nunca agora nessa década, é em que tá tão quente esse assunto, né? Tão em voga. E é um termo bastante abusado pelos departamentos de marketing, né? Porque quando algo assim tá tão tão em voga, todo mundo quer utilizar, né? Quer colar esse termo ali no seu produto? Tem até uma marca de escova de dentes que há alguns anos. Começou a colocar na sua embalagem, vende aqui no Brasil. Eu inclusive essa escova de dente dizendo que tem inteligência artificial ali dentro. Então é um termo muito abusado, né? E um termo também um pouquinho difícil de definir, né? Grosso modo, quem é da área, né? De tecnologia, costuma se referir à inteligência artificial, àqueles algoritmos ali um pouco mais complexos do que rotinas mais simples que a gente desenvolveria. Com programação, então, desde algoritmos de regressão, né, que a gente contrata dentro do Excel? Até redes neurais com com deep learning, né? Com aprendizado de máquina é técnicas mais avançadas, com transformadores como inteligência artificial, generativa. Então são algoritmos que às vezes nem são tão complexos como. Árvores de decisão EEEE regressão, mas que acabam ali dando aquelas habilidades adicionais a um computador de predição de estimativa de classificação de identificação de padrões. Que vão muitas vezes resultar em aplicações muito interessantes, não é como reconhecimento de caracteres escritos AA mão mesmo, né? Ou impressos como tradução? Como identificação de transações suspeitas e como tudo o que aí a generativa é proporciona hoje, que é a geração de documentos, geração de imagens, de vídeos e de áudios. Então tudo isso entra em inteligência artificial. É um termo, né? É definido assim de forma não muito exata. Mas fala desses algoritmos sempre que vão ajudar a gente a ganhar uma produtividade adicional. É no nosso guia, né? Ou dar uma produtividade adicional a sistemas que, com a programação que a gente há tantas décadas faz de forma muito similar na sua, na sua essência, a gente normalmente não consegue. Esses são os algoritmos de inteligência artificial. É interessante também como uma nota adicional dizer que. Tem uma coisa que a gente chama de efeito da e a, né? Efeito da e a é quando tem algo que o computador ainda não consegue fazer. Aí a gente tem acesso a um algoritmo novo que dá conta desse problema. E quando aquilo é feito, passa de ser algo, deixa de ser algo interessante, né? Então, um exemplo disso é, o xadrez mesmo. Era algo que parecia um problema muito difícil da máquina resolver. E a partir do momento que foi resolvido, deixou de ser um pouco especial, né? Parou de parou de parecer algo inteligente. É só algo que a gente consegue reproduzir na máquina. Logo, não é a inteligência real, humana, né? E a gente vê esse fenômeno agora até com a inteligência artificial generativa, a gente vê algumas pessoas que dizem puxa esses algoritmos aí de ar generativa. Tudo o que eles estão fazendo é, é, eles são máquinas probabilísticas. Né empacotadas ali para parecer algo muito mais interessante do que isso. Mas são máquinas probabilísticas, com um pacote bem bonito, que conseguem fazer muita coisa que a gente também faz, não é? Então tem 11, valor enorme para ser extraído disso, mas já entra um pouco nesse efeito da e a como o computador passou a fazer e a gente sabe como ele faz. Dá a impressão que já não é algo assim tão interessante.