Subtítulos com função especial do COSIF - Parte II

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Nós temos mais meia dúzia, exatamente 6 subtítulos com função especial. Vamos falar sobre eles? Primeiro deles, desses 6 que estão faltando, tem um subtítulo criado para ajuste a valor presente. Quando é que a gente vai utilizar isso? Quando se faz uma reestruturação, é uma operação, ela é renegociada, e essa renegociação é feita. É é por causa do do decréscimo do risco de crédito, da piora do risco de crédito da contraparte, né? A gente chama essa renegociação de reestruturação e quando isso acontece, né, a reestruturação, o que que a gente faz a partir das novas condições dessa operação, por exemplo, se foi, se essa reestruturação é deu uma vantagem para o cliente e diminuiu as parcelas que o cliente vai pagar no futuro, tem parcelas menores nesse fluxo de caixa, que que a gente vai fazer? Nessa, no valor contábil dessa operação, a gente vai trazer a valor presente essas novas prestações que agora são menores. Tá, no exemplo, aqui elas são menores, então é, você vai gerar um novo valor presente, tá? Esse novo valor presente, a diferença entre o valor contábil atual e o valor contábil após Oo ajuste vai ser lançada nessa, nesse subtítulo, que é o de ajuste a valor presente, tá? Então essa é uma função especial. A gente tem 3 subtítulos relacionados a. Perdas de crédito. Tá primeiro desse subtítulos, é? Ele é o da relacionado à perda em corrida, né? Tá fazendo referência AA resolução BCB 352. Essa resolução 352 ela tem 11. Tabela que fala o mínimo de perda em corrida que as instituições devem reconhecer. Então essa perda em corrida, ela deve ser contabilizada em um subtítulo separado, tá? Por mais que a perda incorrida, ela esteja embutida dentro da perda esperada. Vamos tentar explicar aqui de maneira fácil uma instituição. Ela vai calcular uma perda esperada. Que é um. Conjunto tá perda esperada vamos supor que a perda esperada de uma carteira de crédito é 100 da. Da perda é esperada. Um subconjunto dela é a perda incorrida. Vamos supor que dentro da perda esperada, que aquele valor que a instituição espera que seja perdido tem um pedacinho dele, que a instituição sabe que putz, isso aí não volta mesmo. Por mais que se façam esforços de cobrança, essa perda já está em corrida, tá? Então, dentro desses 100, vamos supor que tem 30, que é perda em corrida. Tá então a perda? A perda em corrida. Ela vai ser calculada de acordo com a resolução BCB 352 e vai ser registrada em uma linha separada, tá? Essa resolução 352 ela também coloca ali é pra algumas situações, pra alguns tipos de instituições. Um valor de provisão adicional para a perda esperada. Tá, agora estamos falando de perda esperada. Antes era perda em corrida, vai estar em um subtítulo aí. A resolução 352 fala também em perda. É esperada. É aí vamos tentar fazer um paralelo aqui para quem já conhecia a cosif. É. Há muito tempo ou a pouco tempo é resolução 2682. É uma resolução que falava como que a gente calculava a provisão para perdas de crédito, né? A famosa PDD tá. Então ela dava uma tabelinha, de acordo com faixas de atraso, e a gente calculava AAPDD essa resolução. Na verdade, o que ela mostrava nessa tabela era o mínimo de provisão que deveria ser contabilizado. Tá? Então da mesma forma. A resolução 352, ela também cria. Não só uma tabela, mas é um conjunto de tabelas e de colunas ali que eu não vou entrar No No detalhe agora, mas ela cria. É 1111, conjunto ali de tabelas, que estipula o valor mínimo de perda esperada, esse valor mínimo de perda esperada. Ele deve ser contabilizado em um desses subtítulos, com função especial. Tá, e aí? Por último. Por último, do do das 3 linhas relacionadas à perda de crédito. Tá? Então aí a gente tem a perda esperada, associada ao risco de crédito, que vai ser calculada de acordo com a regulamentação específica e de acordo com a metodologia adotada pela instituição. Tá, então a gente tem 3 subtítulos do cosif relacionados à perda de crédito. Um é para perda em corrida, o outro é para os adicionais de perda esperados, de perda de. Perda esperada? Que estão na resolução BCB 352. E o outro é para a perda esperada, calculada pela instituição, tá? Faltam 2 subtítulos. Um deles é o ajuste relacionado à rede de valor justo. Então, quando uma instituição ela. Faz um hedge de valor justo o objeto de Red, aquele item que está sendo protegido, ele deve ser mensurado a valor justo. E essa mensuração vai gerar um valor a maior ou a menor em relação ao valor contábil anterior ao Red. Tá então esse ajuste positivo ou negativo? Ele vai ser contabilizado em um subtítulo do cosif, um subtítulo especial, e. Finalmente, o sexto elemento desse. Videozinho, a. A valor justo. A gente tem alguns é instrumentos financeiros que ou. Por por requerimento da norma ou por opção, né, uma opcionalidade da norma. E a instituição optou é por isso. Então alguns instrumentos financeiros vão ser mensurados ao valor justo. E aí? O valor justo, o valor de mercado desse instrumento, ele pode ser maior do que o valor calculado pela taxa efetiva de juros, ou ele pode ser menor do que o valor calculado pela taxa efetiva de juros. Tá? Então esse ajuste do valor justo, seja ele positivo ou negativo. Ele também tem um subtítulo especial para. Calcular pra calcular, não pra pra registrar esse ajuste, tá? Então você vai calcular esse ajuste a valor justo por um sistema ou. Por uma planilha que seja. E depois vai contabilizar ele em um desses subtítulos do cosif, que tem função especial? Tá? Então é, é. São vários subtítulos que foram criados para organizar a contabilização. É nesses é nesses subtítulos, né? A gente vai conseguir é olhando o analítico da das instituições, a gente vai conseguir enxergar cada coisa, né? O que que é um ajuste a valor justo de um instrumento financeiro, o que que é um valor justo decorrente de um de uma operação de Red, né, de uma estrutura de Red. O que que é a? A perda de crédito desse instrumento. Qual o pedacinho dessa perda de crédito? É perda em corrida. Qual que é a perda esperada, né? Isso é, é importante tanto para dar visibilidade para isso. Então, para o regulador é importante para a instituição. Em termos gerenciais, é importante para a tributação, porque quando a gente for pensar em deduzir, é perdas de crédito, da base de tributação a gente. Não vai olhar para toda a perda esperada, a gente vai olhar para a perda em corrida. Tá, não vou falar de regras tributárias aqui nesse vídeo, mas só falando um pouquinho do e por que que é importante esses desdobramentos, tá? Então minha visão, Eu Acredito que eles ajudam bastante a gente a organizar a contabilidade.