Casos aplicados de uso de Derivativos, por empresas listadas na B3, em 2020: Caso Prático 4 - Tupy

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Esse é o caso da Tupi. Top eu também te convido a assistir o danca entrevista que eu fiz com OCFO deles, contando um pouco mais essa história aqui é de como a companhia trabalha a sua exposição cambial. Bem, a empresa é exportadora, tem dívidas analisadas, mas tem um mix, porque também tem receitas em reais e dívidas em reais. É claro que é. Não dá pra equilibrar 100%. E os derivativos vão entrar justamente fazendo o hedge dessa exposição cambial líquida b. Quanto ponto interessante é perceber que a companhia decidiu tomar algumas dívidas em reais justamente porque parte da sua receita em reais, então já gera um head natural, mitiga exposição cambial, é uma decisão interessante, na medida em que se ela tomasse só dívidas dolarizadas, ela teria uma exposição cambial maior. A Tupi adota Red accouunt e. Interessante comentar que ela usa a Red accouunt apenas em uma das situações a qual ela está exposta, a variação cambial. E essa versão do LED accounting tem a ver com investimentos que a companhia possui no exterior? Este. Estes investimentos, que geram receitas dolarizadas, são protegidos por empréstimos dolarizados. Então, perceba que aqui o Red accouuntin tem como objeto de head. Instrumento de rede, não um derivativo, mas SIM 2 situações que fazem parte do negócio, uma situação operacional que a receita em moeda estrangeira, uma situação financeira que é um endividamento dolarizado. Ao adotar esse head account, acompanhe a sua Visa o efeito da variação cambial sobre o resultado. E esse, aliás, foi um dos pontos que OCEFO comentou comigo que fez com que a companhia decidisse por essa adoção. Além disso, a Tupi também faz Diego cost color e nesse caso, também faz o colo numa posição que ela fica vendida, ou seja, ela recebe quando o câmbio cai, paga quando o câmbio sobe. E aqui, então, esse gráfico que eu coloquei para vocês, ele está pautado nesses strikes aqui, nesses preços de exercício da call e da put, que a própria companhia mencionou no seu IPR de 2020. Para saber a história completa de Tupi, assiste o da entrevista e, claro, analisa também essa demonstração financeira. Mas é interessante porque essas histórias que eu estou aqui dividindo com vocês, em grande parte a gente traz lá das nossas explicativas. Às vezes, só lendo a nota explicativa a gente não consegue pegar a história completa. Mas sabendo de derivativos, a gente vai juntando as pecinhas e entendendo como é que a companhia está usando essas estratégias de derivativos para mitigar o seu risco de variação cambial. Interessante que a Tupi também lhe faz um colo de peso mexicano. E isso acontece porque a companhia tem uma operação no México e a? Qui? Então, ela tem despesas operacionais que ela quer garantir que terá peso suficiente para pagar, e aí? Ela faz os Royal coss de dólar contrapeso. E neste caso, então, ela não denomina esses iocos para a Red accouunching, justamente porque há muita incerteza em relação aos prazos envolvidos nas situações que são protegidas pelo rede account e essas incertezas poderiam aliar as descaracterizar, né? E, enfim, trazer um resultado diferente do previsto. Mas, sem dúvida, é uma empresa que tem muito para nos inspirar em relação ao uso de derivativos para fins de hatch. A finalizar o caso de Tupi. Aqui eu trouxe um recorte da análise de sensibilidade que ela coloca na sua nota explicativa de fatores de risco. Então, percebam que, em movimentos de alta da taxa de câmbio, olha só, ato π consegue sim se beneficiar disso quando você junta a exposição cambial líquida da companhia. Ela consegue se beneficiar da alta, ela consegue aumentar o seu resultado quando a taxa de câmbio sobe e de fato, que a gente espera de uma companhia exportadora.