Aplicações do EBITDA

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Vamos falar de um indicador que é bastante utilizado tanto no mercado brasileiro quanto no mercado Internacional de finanças. Esse indicador. Eu vou chamar de Ebitda. Alguns preferem chamar de Ebitda, já que o termo é um termo em inglês. Eu pronuncio OT de propósito? É. Para evidenciar que ele está aqui, porque algumas vezes a gente calcula é esse indicador. Sem OTA, então vou pronunciar Ebitda de propósito? Ebitda significa earnings before interesse, taxas, depreciation e amortization, ou. Resultado antes? Antes dos juros dos. Impostos sobre a renda da depreciação. E da amortização? Tá bom, de onde vem esse indicador? Muita gente acha que vai abrir uma demonstração de resultados e fica lá procurando aí em que linha que tá o Ebitda, o Ebitda, normalmente ele não é publicado na demonstração de resultados. Há pelo menos a norma contábil não exige que o Ebitda esteja lá na demonstração de resultados. Algumas empresas, elas fazem um ajuste gerencial, tá? É, não é por exigência da norma. E colocam lá uma linha de Ebitda, mas normalmente a gente não encontra o Ebitda direto na DREAA demonstração de resultados. Aquela que a gente tem receitas. Custos. A diferença de receitas e custos é o lucro bruto. Abaixo do lucro bruto, a gente costuma ter despesas administrativas, despesas com vendas, várias outras despesas e eventualmente alguma receita até. Né, eu vou chamar aqui de despesas operacionais, tá? E aí a gente tem o Ebit. Então o Ebit é uma linha que a gente costuma encontrar na demonstração de resultados. Ebit, earnings, beford interesse and Texas. Se vocês pegarem publicações de empresas brasileiras, muito provavelmente vocês não vão encontrar com essa sigla em inglês. Vocês vão encontrar lucro ou resultado, né? Antes do. Resultado financeiro são os os juros e dos impostos sobre a renda. Tá então abaixo do. A gente costuma ter receita financeira de. Despesa financeira. Hã, e os impostos sobre a renda? Tá, então a gente vai falar aqui do. Do que tá antes dos juros? Dos juros e antes dos impostos sobre a renda, tá? Do Ebit. Então, pra se a gente adicionar a receita financeira, a despesa financeira, excluir OA despesa financeira e os impostos sobre a renda, a gente chega lá No No lucro líquido, tá? O elite muitas vezes é utilizado como uma métrica de lucro operacional. Resultado operacional, tá? Então é uma simplificação. Mercado gosta bastante de utilizar essa métrica porque ela é fácil, não é? A gente encontra ela direto na DRE. Então é fácil da gente usar o Ebit e dizer que este é o resultado operacional bom, se este é o lucro operacional. E bit é o lucro operacional. O Ebitda, ele tem apenas 2 letrinhas a mais. Ele além de ser um resultado operacional, né? O lucro b for juros e impostos sobre a renda, ele é antes da depreciação e amortização. Mas espera lá. Depreciação e amortização dentro da DRE eles estão, onde depreciação e amortização está dentro das despesas operacionais dentro. Dos custos, tá normalmente, é, elas não estão abertas lá. Na maioria das vezes, você não encontra uma linha na DRE escrito depreciação, tá? Nas pelo menos nas DRES publicadas, elas estão dentro das despesas, estão dentro dos custos, tá? Estão lá, mas estão. O número está escondido. Onde a gente vai encontrar esse número de depreciação e amortização? Lá na demonstração dos fluxos de caixa como a demonstração dos fluxos de caixa é feita pelo método indireto, né? Ela parte do lucro e ela exclui itens que não afetaram o caixa. Ela vai excluir depreciação em amortização. Então normalmente a gente encontra lá eventualmente. Eventualmente a gente pode buscar essa informação e nota explicativa também, ou perguntar para pedir a informação para a empresa. Tá então o Ebit? Veio da dre? Depreciação e amortização veio da demonstração de fluxo de caixa, né, na maioria das vezes. Por que que a gente está excluindo o efeito da depreciação e da amortização aqui do Ebit? Porque a gente quer uma métrica de geração de caixa operacional. Então a gente costuma dizer que o Ebitda. Ebitda e o. Potencial. De geração de caixa? Operacional, tá? Então, potencial não é sinônimo de caixa, não é a geração de caixa, é o potencial de geração de caixa. E é importante lembrar que Como Ele É bifor tex, ele é antes dos impostos. Ele ainda é um potencial bruto. É para virar a caixa. A gente tem que tirar os impostos dessa conta também está. Então, o Ebitda é uma métrica que é utilizada como potencial de geração de caixa. A gente vai usar em análise de crédito, por exemplo. Para saber se a empresa tem potencial de caixa para pagar a dívida, a gente pode fazer lá um índice, dividindo a dívida pelo Ebitda, para saber mais ou menos quanto tempo, com quantos é, quantos períodos de caixa, empresa que estária a dívida. Tá, então tem indicador. Que faz isso? Tem indicador que chama índice de cobertura de juros. Eu comparo o Ebitda com a despesa financeira da empresa para saber se a empresa com o potencial de caixa, se ela cobre as despesas financeiras de um período ou quantas vezes ela cobre as despesas financeiras de um período. Tá? Então o Ebitda é bastante utilizado com este significado. Potencial de geração de caixa da operação. Importante. Vamos supor que uma empresa teve um Ebit. De 1200. E que a depreciação dela foi de? 130. Tá, qual vai ser o Ebitda dela? O Ebitda ele exclui o efeito da depreciação, então ele vai ser. O Ebit. 1 e 200. Mais a depreciação. Na verdade, eu estou excluindo o efeito da depreciação, certo? Só que a depreciação, ela já é um número negativo. Então eu tenho menos e menos. Quer dizer, eu vou somar a depreciação aqui. Então eu tenho um Ebitda de 1330. Tá falando isso de outra forma, a depreciação, ela diminuiu o lucro, ela é um número negativo. Então quando eu excluo efeito da depreciação, eu SoMo, já que ela era um número negativo. Eu faço a operação inversa. Aqui tá a mesma coisa que a gente fez na que a gente faz na demonstração de fluxo de caixa, tá? Então, Ebitda é uma métrica bastante usada no mercado financeiro. Tá quem? É importante a gente saber também. Que a CVM? Ela normatizou. O Ebitda. Ela disse o seguinte, nesse normativo, Ebitda é só aquilo que você lê na sigla earnings, beford, interesse, taxas, depreciation and amortization. Quer dizer, é só isso. Você não pode excluir efeito de outros itens que não são caixa de um indicador chamado Ebitda. Ah, mas eu já vi que a empresa que faz isso tem. Tem muita empresa que faz isso que além da depreciação e da amortização. Elas excluem efeito de outros itens que não afetaram o caixa do período. Tá, mas se essa empresa é uma empresa aberta, se ela reporta resultados para ACVM, ela não vai poder chamar isso de Ebitda? Ela vai chamar de Ebitda ajustado. Tá justamente para a gente ter comparabilidade, para a gente poder entender o que as empresas estão fazendo. ACVM fez isso, ó, se você chamar de Ebitda, você vai usar só o que está escrito na sigla. Se você quiser ajustar outros itens para calcular esse indicador, chame de Ebitda ajustado está e além disso, você vai ter que explicar. Que que você ajustou no Ebitda? Quais itens não caixa que você ajustou, tá? Então aí fica um pouco mais claro. Analista saber o que que é o número que a empresa está trabalhando e para ele ter comparabilidade com outras empresas também.