Reapresentação retrospectiva do CPC 23 / IAS 8 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

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A gente comentou anteriormente sobre é uma das definições que OCPC 23 apresenta em relação a erros de períodos anteriores. Então, como a gente comentou A Entidade, ela pode errar. Obviamente que não intencionalmente, mas. Por alguma razão, como a gente comentou, se ela fizer, por exemplo, uma interpretação não adequada de de, de uma determinada nova contábil, ela vai incorrer em erro muito bem. E uma vez ela incorrendo em erro e descobrindo esse erro que que ela tem que fazer a norma o seu PC 23 vai dizer que A Entidade, ela precisa corrigir esse erro para ela corrigir esse erro. Ela vai precisar reapresentar aquela ilustração contábil do período, ou seja, do erro anterior. De forma retrospectiva, ou seja, ela vai voltar no passado, por exemplo, nós estamos aqui em 2000 EX 4. Perdão, nós estamos em 2000 EX 5, né? Nós estamos aqui em 2005 e aí vamos considerar que A Entidade ela relembrando aí nossa discussão de depreciação, vamos considerar que ela estabeleceu uma vida útil. Para um determinado equipamento de 5 anos. Isso foi estabelecido, documentado, parametrizou ali o sistema para depreciar aquele valor do ativo imobilizado durante 60 meses. Só que por alguma razão, por algum, uma questão de falha até. De repente, até da pessoa que estava ali conduzindo aquele processo ao invés de ao invés de utilizar 5 anos, utilizou 4 anos. Isso aqui, ver o impacto em termos numéricos. Tá certo? Porque, por exemplo, se você é, é, deprecia. Vamos pegar aqui um exemplo, tá? Se você, se você tem um valor de 10000 BRL e deprecia em 60 meses o valor, dá 166,66 BRL. Se você pega os mesmos 10000 BRL e deprecia por 48 meses o valor já dá 208 BRL. Então a gente tem aqui um impacto no valor da. Depreciação, se eu descobrir que eu. Fiz um erro que AA informação contábil tem um erro, a demonstração ela tem um erro. Por exemplo, aqui em 2000, EX 4, eu registrei 166 por mês. Em 2000 EX 5, o valor 208. Só que na verdade 208 deveria ser considerado. Deixa eu só refazer aqui 10000 ÷ 60 isso, 166. Então, na verdade, aqui é o contrário, né? Para ver aqui o contrário. Em 2000, EX 4, eu coloquei 208 por mês. E em 2000, EX 5, eu coloquei 166, que é o certo, os 60 meses, tá certo? Só que aí eu descubro, olha, enquanto eu vi x 4, vou lá, está errado, não é esse Oo valor. Por quê? Porque é porque está considerando 48 meses, por que que eu tenho que fazer? Eu tenho que vim aqui em 2000 x 4, corrigir a informação de que o valor correto seria 166 BRL, então eu vou fazer uma correção, uma ajuste. Muito bem. E para fazer esse ajuste, a norma fala que a gente precisa retroagir. Por isso que eu volto aqui em 2000. EX 4 para fazer a correção, de modo que a todas as as as parcelas, né? Todos os meses o valor vai ser estabelecido de acordo com a vida útil que foi definida, que foi estabelecida para aquele imobilizado. A velhice, se eu não conseguir fazer isso, né? Isso eu não consegui voltar, isso eu não consegui identificar. Qual que é aqui o valor correto? Aí a gente vai entrar num encontro que a norma chama de aplicação impraticável. Já vou falar disso já, já tá. Mas antes que eu quero concluir aqui eu dizer o seguinte, que a norma fala que AA reapresentação retrospectiva é você corrigir aquela informação. O erro no caso, como se ele nunca tivesse acontecido. Por isso que você volta, né? Retroage corrigindo ali. Aquele erro acompanha comigo a definição aí. Gramado, reapresentação retrospectiva é a correção do reconhecimento da mensuração e da divulgação de valores de elementos das demonstrações contábeis, como se um erro de períodos anteriores nunca tivesse ocorrido. Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva, salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período, ou o efeito cumulativo do erro. E o que seria aplicação impraticável? Aplicação impraticável ocorre quando A Entidade não pode aplicálo depois de ter feito todos os esforços razoáveis nesse sentido. Olha só que interessante em relação à aplicação, é impraticável, né? A gente tem um erro, descobriu que tem um erro, precisa corrigir muito bem, precisa corrigir e vamos envidar todos os os esforços para corrigir aquela informação, então eu. Se eu tiver que voltar no passado, parametrizar sistema, enfim, tudo aquilo que for possível para corrigir aquele erro, eu preciso fazer. Salvo se efetivamente eu não consegui. Depois de ter feito, é todos os ajustes. Depois de ter paralisado o sistema depois, de repente ter feito chamado consultor de ter praticado tudo aquilo que estava ao meu alcance. E aí eu não consegui. Isso sim se caracteriza como uma aplicação. Impraticável, ou seja, você tentou, você descobriu e tem um erro, até tentou, mas não conseguiu. Tem mais informações que eu quero falar sobre aplicação impraticável acompanha comigo aí na tela. É impraticável aplicar retrospectivamente a mudança em política contábil ou fazer a reapresentação retrospectiva para corrigir um erro se os efeitos da aplicação retrospectiva. Ou da reapresentação retrospectiva não puderem ser determinados, a aplicação retrospectiva ou a representação retrospectiva, exigir premissas baseadas no que teria sido a intenção da administração naquele momento passado. Olha só que interessante, né, Pedro? Exatamente esse último ponto. O que é que a norma tá dizendo? Se fazendo pra gente, olha, é quando você vai fazer 11 correção, você. Tem que tomar cuidado com essa questão de levar em consideração. Decisões da empresa do passado. De acordo ali, com um determinado contexto, não dá pra saber, por exemplo, vamos pegar o PIB, né? Produto interno bruto vamos supor que a empresa, hoje, o cenário econômico informe que o produto interno bruto da empresa cresceu 1%, tá certo? Só que no período anterior, ano passado, caiu 2%. Tá fictício aqui o que é que a gente quer dizer aqui? Não dá pra gente considerar os efeitos de decisão da empresa hoje. Considerando o que IA acontecendo no passado, acaba sendo impraticável. É isso aqui que a norma tá trazendo pra gente. A aplicação retrospectiva ou a reapresentação prospectiva também acaba sendo impraticável, se exigir estimativas significativas de valores e, se for impossível identificar objetivamente a informação sobre essas estimativas, que proporciona evidências das circunstâncias que existiam à data em que esses valores deveriam ser reconhecidos mensurados e divulgados e estaria disponível quantas ilustrações contábeis desse período anterior tiveram autorização para divulgar? Por isso que acaba sendo uma aplicação impraticável, porque não dá pra gente levar em consideração hoje uma informação que até então era desconhecida. Por alguma razão, a empresa, ela não tinha acesso, por exemplo, quando a gente fala de estimativas, né? Que a gente até falou 11 pouquinho anteriormente, a empresa, quando ela vai fazer uma estimativa, por exemplo, de garantia ali dos seus é é produto. As pessoas já usou exemplo de televisores, tá certo? Estabeleceu 10%. A empresa, ela tomou essa decisão com base no seu histórico com base em em em projeções do do passado, mas que ela tinha ali disponível. Porém, vamos supor que ela a teria até uma base histórica. Bem, é maior, mais robusta, só. Não tinha a informação ainda, tava que ela precisava, mas hoje, períodos depois, ela tem um novo sistema. Ela tem talvez até 111, outro profissional que consiga passar mais detalhes Pra Ela, só que. Naquele momento, ela não tinha essa informação, por isso que acaba sendo uma aplicação impraticável, tá certo? Então, a empresa, ela precisa levar sempre em consideração aquilo que ela tem disponível e considerando também a questão de custo-benefício. Isso é importante quando a gente traz todo o contexto, é de norma contábil, as normas elas sempre vão falar isso, que é a informação que deve ser divulgada. Sempre deve levar em consideração o custo-benefício, né? Que às vezes até dependendo do valor que. A gente falou sobre materialidade. Vamos supor que todo esse efeito que a gente está trazendo aqui, após a interessante descobrir que ela errou é de 1000. BRL lembra que a Richard fez todo um contante de uma empresa aí que tem é um patrimônio líquido de um bilhão de reais, por exemplo. Já vida, ela fez todo 111. Levantamento para descobrir que ela vai ter de impacto 1000 BRL. Então, para ela, não faz muito sentido tudo isto precisa ser levado em consideração.