IFRS 10 / CPC 36 (R3) - Participação Não Controlador
Transcrição
Assine para acessar
Acesse centenas de artigos e vídeos técnicos especializados.
Assine já!
Tem um ponto super importante que envolve a questão de lucro não realizado quando a gente for fazer a consolidação das demonstrações. Como eu falei, a gente tem exemplos que a gente vai praticar um pouquinho, porque essa questão de lucros não realizados, ela envolve. A existência de um imposto diferido, então a gente vai ver isso, mas na frente, quando a gente for realizar um exemplo, e aí no material eu coloquei como parte de premissa sobre essa essa parte de lucro não realizado acompanha comigo no material, por favor? A eliminação do lucro não realizado do patrimônio líquido da investida por transações entre as partes deve ser realizada porque, na consolidação, deve constar somente resultados obtidos em operações com terceiros, pois as vendas de bens de empresas do mesmo grupo entre si não geram economicamente lucro enquanto não forem vendidos a terceiros ou realizados pelo uso ou perda, porque a parte compradora ela pode. Comprar esse ativo, esse bem que foi vendido, mas é algo que vai ser pro uso dela. Então tá lá no imobilizado enquanto ela não utilizar esse bem, ela não, não. Consolidado essa parte de lucro não realizado precisa ser excluído a partir do momento que ela comprou, já já pronto para uso, OK? Voltando lá no material. Portanto, enquanto os ativos transacionados estiverem no Balanço de. Alguma empresa do grupo? O lucro nele contido não está realizado, ou seja. Se a vendeu para b ou b, vendeu para AE este bem, não foi vendido a terceiros ou ainda não foi utilizado pela parte que comprou esse efeito do lucro não realizado. A gente precisa estar excluindo. Então, dando-se dando sequência, dando continuidade, a gente vai agora demonstrar alguns exemplos que está aí no nosso material e eu vou também trazer aqui para AA lousa acompanha comigo. Agora a gente vai falar um pouquinho sobre a parte de PNC, participação, participações de não controladores. Então como a gente falou, participações de não controladores devem aparecer no Balanço consolidado, numa parte destacada, que é uma exigência da lei da lei das sociedades anônimas. O que a gente? Está dizendo, é o seguinte. Pensando do lado da coligada. Ela vai ter aqui, no patrimônio líquido, o investimento da sua controladora. Se a gente for pegar o exemplo anterior, aqueles 70000, ele estaria aqui compondo o patrimônio líquido. Mas se tivesse uma outra empresa que também investe em b, por exemplo, e a participação fosse menor, o que a lei exige é que a participação ela esteja destacada aqui como PNC. Participações não controladas. Isso aqui é para atendimento da lei e para que o usuário da informação contábil ele saiba quanto que é a participação dos minoritários. Como eu falei, o conceito de IPNC é justamente a parte em que é controlada, é a controladora, perdão, ela não tem participação nem direta e indireta. De forma geral, são os minoritários. Por isso que a gente vai destacar aqui No No patrimônio líquido fica uma linhazinha aqui separada. Aí no exemplo. Que que a gente está pegando? A gente está demonstrando que. Dê A Entidade a qual a controla, além de ter recebido investimento da sua controladora, que é a também tem uma participação de um outro sócio sócio que é aí no nosso material. A gente está chamando de sócio 2 aqui no Nosso Quadro eu vou transmitir o que está no nosso material, OK? Então, só para a gente acompanhar juntos que assim você acompanha a demonstração que está no material. Então, aqui eu tenho. O Balanço patrimonial da controladora, vou colocar somente os números para simplificar e ficar bem mais fácil. Ativos 500000. O investimento na coligada no valor de 35700. Colocar 35.7 aqui tem mais alguma coisa? Não, não tem mais nada. Então o total de ativo dá 535700. Lembrando que esse pedaço aqui representa o investimento que a controladora ela tem na coligada na controlada, construindo agora um Balanço patrimonial da coligada. Como eu havia demonstrado, o investimento que a controladora fez está aqui e agora, compondo os ativos, os ativos que que nós temos, 100000. O que seria o S100 1000? A gente não está entrando no detalhe, como eu falei, para fins didático, poderia ser o dinheiro aplicado. Poderia ser equipamentos toda a parte de imobilizado. Aqui a gente não vai precisar entrar no detalhe. Nos próximos exemplos, a gente vai praticar um pouquinho, amanhã a gente vai ter a composição do ativo, do património líquido, perdão do passivo tem 3030-1000, que é o que está aí no nosso material e aqui também poderia ser salários a pagar impostos a pagar. E o património líquido, o património líquido. Aqui a gente vai verificar que ele é no total de 70000. Esse é o total do patrimônio líquido. Só que 35000 referente a. Participação da controladora e a diferença que dá quanto. 34 e 300. Seria do segundo sócio sócio 2 que eu vou chamar aqui sócio 2, ou seja, o patrimônio líquido da empresa a qual a é controladora. Uma parte desse patrimônio líquido não pertence AA. Essa pequena parte, a parte minoritária, PNC, é de outro investidor. Outro sócio. Por isso que na demonstração consolidada que a gente vai ver agora, essa pequena. Parte vai aparecer como PNC, porque que isso é interessante, porque do ponto de vista, a balança, o patrimonial. De b, ou seja, da coligada, vai aparecer aqui. Vai aparecer todos os seus ativos, todos os seus passivos e a composição do patrimônio líquido. Então ela sabe que no patrimônio líquido tem uma parte a qual é investimento da controladora, que é exatamente o valor que está aqui no seu investimento e ela sabe que parte desse património líquido é de terceiros, é de um outro investidor ou outros investidores, né? A gente poderia ter aqui a situação de um outro, outro sócios, não só o sócio, 2 sócio, 3 sócio, 4, enfim, só que estaria. Demonstrado no património líquido de b. Ela pode colocar também tudo isso como capital. Ela não precisa estar segregando aqui, que é o sócio, a sócio b aqui a gente tinha está demonstrando só pra gente visualizar aqui. Do total de 70000 do patrimônio líquido, tem um pedaço que é da controladora e uma parte que é minoritária, do sócio de outros sócios. Porém, quando a gente for fazer a demonstração consolidada, a vai precisar demonstrar que essa parte aqui ela é PNC participações. Não, controladores. Então eu vou fazer aqui, eu vou te dar um desafio, vou te dar um desafio que é para você dar uma pausa. Nesse vídeo. Tenta fazer essa demonstração que a gente vai elaborar aqui na sequência. E aí você vê se está igual ao que eu estou fazendo junto com você. Quando você retornar, pode ser. Vamos fazer juntos agora, aí. Dessa forma você confere se o que você fez está semelhante ao que eu vou fazer agora, junto com você, como eu falei agora a gente vai elaborar as demonstrações consolidadas. E nessas demonstrações consolidadas, a gente vai ver que tem a parte, participações não controladores, ou seja, PNC que eu já vou colocar aqui, ó, eu já vou colocar aqui PNC, qual que é o valor do PNC? É o valor que está aqui no património líquido de b, no valor de 34 e 300. Aí você pode falar assim, Ah, mas você comentou que no capital social não fica necessariamente demonstrado quanto que cada participante, né. Se fosse mais de um sócio, enfim, tem como que a controladora vai saber. Ela consegue saber porque ela tem acesso a todas essas informações e para ela construir o Balanço patrimonial consolidado, ela precisa separar a parte que é dela e a parte que é PNC. Então esse essa informação ela vai conseguir tranquilamente e ela pode fazer isso também pela diferença, né? Porque. Se ela tem acesso ao patrimônio líquido, no valor de 70000, e ela sabe que 35 e 700 é a sua participação, então ela consegue estar sabendo qual que é o valor PNC de participação, de de não controladores. E ela consegue também saber quanto que é a participação próprio. Capital próprio da coligada, porque a coligada também, ela pode ter participação própria no patrimônio líquido. Separei aqui o valor de participações não controladores e agora, o que que a gente vai fazer? A gente vai trazer todos os ativos e todos os passivos, tanto da controladora quanto da controlada, e eliminar aquilo que elas têm realizado. Realizado entre as partes, como nesse caso aqui não tem nada, né? Não tem venda de a para b nem de b para AA gente, vai trazer o saldo e que a gente vai trazer. Ativo quanto que a gente tem 500 + 100? Estão ativos 600000. O investimento, o investimento, eu vou eliminar com esse investimento que está lá no patrimônio líquido acoligada. Então o meu total de ativos, 600000. Passivo 300000, com 30000 aqui da coligada, 330000. Patrimônio líquido 235000 da controladora, 235700. Quanto que vai dar esse total aqui? Vamos somar juntos. Pega aí a sua calculadora, então a gente tem 600 de total de ativo passivo, 330235 1700 + 34300. 330, 235. E 700 + 34. 300 600000 total de passivo, com patrimônio líquido. E aí dá uma conferida, você conseguiu fazer exatamente dessa forma? Então, para simplificar, o que que a gente fez? Somou o total de ativos e passivos, que é o que a gente precisa fazer. Se tivesse um valor que a gente vai ver nos próximos exemplos, um valor a receber de b um valor a pagar de a, por exemplo, isso aqui a gente eliminaria. Como não tem, a gente só trouxe e trouxe os saldos, deixando destacado aqui o valor referente à participações não controladores, atendendo à exigência da lei.