IFRS 9 / CPC 48 - Perdas de crédito - Valor do dinheiro no tempo
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Voltando a falar do valor do dinheiro no tempo, em relação às perdas de crédito nos ativos financeiros, nós vamos fazer um exercício. Esse exercício tem como objetivo exatamente a gente fazer a gente pensar sobre isso, né? Sobre a relação do valor do dinheiro no tempo, quando a gente pensa em perdas de crédito, em. Instrumentos financeiros a companhia Petronilha tem um recebível contabilizado por 15849 EE 33. Este valor, 15800 e. 49 e 33. Ele é o valor presente dos ativos, né? Então esse valor vai ser recebido. Em 4 parcelas. Iguais de 5000. Colocar aqui em cima um PMT é o pagamento fixo. De 5000 em. 4 parcelas ao perceber um aumento do risco de crédito desde o reconhecimento inicial, a companhia Petronilha fez uma análise e concluiu que receberá somente 8000 do valor pendente, o qual estaria distribuído de forma linear em 4 parcelas AA serem recebidas. Nas mesmas Datas da dívida original. Então, a companhia Petrolina agora espera não receber 5000. Ela espera que esses fluxos sejam menores em cada data. Ela espera receber um PMT de 2000. Tá? Se a gente fosse pensar que em perdas, a companhia Petronilha está estimando perdas de 3000. Em cada um desses fluxos de caixa, né? Ela está estimando uma. Uma perda? Homogênea ao longo desses fluxos de caixa, tá? Poderia ser diferente? Ela poderia, é. Supor aqui, ela poderia projetar perdas só nos últimos fluxos de caixa, só nos primeiros ou valores de perdas diferentes em cada fluxo de caixa. Tá, então no exemplo aqui o que aconteceu? Ela tá projetando perdas. De forma linear. Então, vamos demonstrar os cálculos e a contabilização do reconhecimento dessa perda de crédito. A gente tem um valor contábil de 15849 33 no ativo, tá? Pra gente reconhecer essas perdas aqui que estão distribuídas no fluxo de caixa. O que que a gente tem que fazer? O valor da perda. Ele vai ser o valor da da PCLD aqui, né? Ele vai ser um valor presente também, correto? Ele vai ser o valor presente de quê desses? Fluxozinhos de perda. De 3000, tá? Ah, por qual taxa que a gente vai calcular o valor presente dessas perdas pela taxa efetiva de juros desse contrato? A então a gente não tem aqui ainda a taxa efetiva de juros. Como que a gente vai calcular? Ó, a gente pode pegar nossa calculadora, colocar aqui um período de 4 meses. O. PMT original, né? São é é pagamentos de 5000 e o valor presente original. Chamar de PV zero, tá? Eu vou pegar a minha calculadora e fazer essa continha aqui, embora eu já tenha ela no próximo slide, tá? Então vou colocar aqui 5000 no PMT, 4 no n. É que mais? 15 849 ponto. 33 vou colocar aqui um valor negativo, tá? CHSPV ele é um valor presente. Por que que eu coloco um valor negativo? Porque sempre que a gente trabalha aqui com calculadora financeira, calculadora financeira, sempre entende as informações que a gente manda para ela, como um fluxo de caixa. Então, se os. Pagamentos são fluxos positivos. Ela entende que esse valor presente seria um fluxo negativo, tá? Se eu não colocar ele como um valor negativo, normalmente a gente encontra um erro no cálculo, tá? Agora eu vou pedir para ele calcular a taxa, ele vai dar aqui a taxa efetiva de juros. Running, running, running. Demorando bastante para calcular e chegou na taxa efetiva de juros de. 10%, tá, então essa é a nossa taxa efetiva de juros original. 10% então se eu for calcular essa PCLD, eu vou calcular utilizando essa taxa efetiva. No próximo slide a gente já tem aí algumas informações, então temos um saldo contábil que é 15849 e 33. Calculamos a taxa efetiva de juros, que é de 10%. E aí a gente calcula a perda a valor presente, a perda valor presente usando a taxa efetiva de juros. Ela é 9509 e 60. Como é que a gente vai contabilizar isso? Tá aí como uma d de débito, né? É uma despesa com perdas de crédito. Então esse essa despesa é o que a gente vai lançar no resultado do exercício. E o que está lá como um c de crédito, a gente vai. Lançar como uma redução no contas a receber que normalmente essa redução no contas a receber. Ela é uma conta redutora, né? A gente vai lançar aqui 9000. 509 ponto. 60. Tá, então isso é uma conta redutora? Do ativo financeiro, tá? E a contrapartida disso é uma despesa na DRE. Aí o valor contábil líquido do recebível ele é a diferença desses 2 números. O valor contábil, líquido, ele não é 8000. E a gente vai receber aqui 4 parcelas de 2000, tá, mas esse valor aqui, 21000-2000, 2002, 1000, isso são valores nominais, se a gente trouxesse esses valores. A valor presente ele vai dar a diferença desses 2 números aqui. Que é 6339 e 73, tá? Então esse exercício está demonstrando como a gente aplicaria AO IFRS9 essa questão do valor do dinheiro no tempo, de forma que a gente está é respeitando estritamente a norma contábil, tá? A gente está fazendo. Exatamente o que a norma contábil sugere, é claro que. Em algumas situações, a situação como essa, por exemplo. As perdas, elas estão distribuídas de forma homogênea e muitas vezes, principalmente quando a gente trabalha com recebíveis. É de menor valor individual com recebíveis de varejo. Muitas vezes a gente entende que essas perdas estão distribuídas de forma homogênea ao longo do tempo. Então, em vez da gente ter um trabalho como esse. De montar um critério de perdas, alocando as perdas em um fluxo de caixa. A gente volta a aquela forma original, né? De calcular um percentual e aplicar esse percentual ao saldo do ativo financeiro. Tá claro que essa. Essa interpretação da norma, ela tem que ser combinada com a empresa de auditoria e A Entidade que faz isso. Ela também precisa comprovar para o auditor que isso é verdade. Ela precisa comprovar para o auditor de que é a mesma coisa, aplicar Oo as perdas de crédito a com um percentual sobre um saldo do ativo ou aplicar como 11 como perdas distribuídas em um fluxo de caixa, tá? Então é algo que precisa ser. Comprovado para ser aceito, já que a norma contábil sugere isso aqui.