IAS 36 / CPC 01 (R1) - Teste de Impairment - Avançado - Caso real - Caso CESP 2
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Nesse ponto do curso, acho importante que você já tenha lido um texto sobre a Cesp, que está disponível. É um texto do valor econômico da Vanessa date. Esse é um texto do ano de 2009 que fala sobre uma perda por imperment reconhecida pela Cesp em 2008. Eu acho esse texto bastante importante, bastante legal pra gente usar aí no aprendizado sobre imperment, porque ele foi um dos primeiros textos a serem escritos sobre esse assunto. Tá aqui no. No Brasil a Cesp, logo que saiu OCPC 01, que trata sobre imperment. A Cesp reconheceu uma perda bastante grande, que acabou virando o seu resultado. Tá, então. 11 trecho que eu destaquei aqui nesse texto foi o prejuízo foi consequência da aplicação das novas regras contábeis. Então, o interessante isso aqui, né? O prejuízo foi consequência da aplicação das novas regras contábeis. Então, contabilmente, era pra cespe no ano de 2008 ter reportado um lucro tá em algum lugar aqui, um lucro de 115000000, onde é que tá isso? No texto? Está em algum lugar por aqui, até AA Cesp deveria ter aqui no finalzinho do texto, ela teria registrado um lucro de 115000000 no ano de 2008, porém, ela reportou uma perda por imperment. Essa perda é uma perda de 2,47 bilhões, então 115000000 que seria o lucro, menos 2 ponto 47 bi, que é o tamanho da perda. Resultou em? Prejuízo de 2 ponto, 35 bilhões, tá? Então ela transformou o que seria um lucro de 115000000 em um prejuízo de 2 ponto 35 bi. Consequência de aplicação das novas regras contábeis sim, para o ano de 2008 a gente pode dizer que isso foi consequência de aplicação das novas regras contábeis, porém. Essa perda, esse prejuízo. Ele não aconteceu em decorrência da aplicação das normas contábeis. Ele aconteceu por má administração, certo? O próprio texto diz que normalmente se demora aí uma média de 7 anos para construir uma usina desse tipo e a usina Porto primavera demorou cerca de 22 anos para ser construída, então deve ter má administração. Deve ter problemas aí de passagem, né? De de um governo pra pro outro. Quando, AA Cesp era uma empresa, é como a como a Cesp era uma empresa controlada pelo pelo governo, né? Governo do estado de São Paulo. Então você tem aí alguns componentes relacionados à gestão que a contabilidade fez. O quê? Ela não é culpada pelo prejuízo, mas ela diz. Este problema tá? Então, o que aconteceria se essa norma de Império ela já fosse aplicada desde o início? Desde o início da construção da da Porto primavera? Na verdade, assim se esses princípios contábeis que a gente utiliza hoje no Brasil do IFRS, se a gente já tivesse essa mesma definição de ativo, se a gente já aplicasse esses princípios contábeis, a gente não teria uma perda contábil. No ano de 2008, tá? Porque não teria em 2008 porque essa perda teria sido diluída ao longo do período de construção. É à medida que a empresa vislumbrou que não recuperaria esses investimentos. Ela já não. Poderia ter registrado isso como ativo? Tá, então. Esse, esse trecho aqui que eu destaquei, o prejuízo foi consequência, então pra gente deixar ele bem explicadinho em 2008, a ocorrência desse prejuízo em 2008 foi decorrência da mudança das normas contábeis, porém, norma contábil não é culpada por prejuízo ou por lucro, certo? Ela simplesmente tirou o véu que estava encobrindo esse prejuízo, né? E se esses? Princípios mais transparentes já fossem adotados. Em períodos anteriores, o prejuízo já deveria ter surgido legal, então é isso que eu gostaria de destacar nesse texto da da Vanessa Haddad, que é um texto bastante interessante, apesar de antigo.